Os flash mobs -- aglomerações instantâneas de pessoas em um local público, para realizar determinada ação inusitada e previamente combinada, dispersando-se tão rapidamente quanto se reuniram -- surgiram pelo Brasil por meados de 2003, logo depois de sua aparição nos EUA.
Assim como surgiram, desapareceram da mídia com a mesma rapidez. Mas nem por isso os flash mobs pararam de acontecer. É interessante ver o cunho político e social utilizado por alguns, em especial (Folha online: “Flash mob em aeroporto de SP homenageia vítimas do voo 447″).
O interessante é que os flash mobs também podem ter fins publicitários. A T-Mobile, operadora de telefonia celular britânica, tem causado alvoroço com suas ações de marketing. A primeira, em janeiro deste ano, levou centenas de bailarinos vestidos como pessoas comuns para dentro da estação de metrô Liverpool, em Londres, onde fizeram uma apresentação de dança. E dia 30 de abril, a empresa apenas anunciou em algumas mídias que haveria um karaokê gigante na Trafalgar Square, também na capital londrina, onde seria cantada a música Hey Jude, dos Beatles. Até a Pink apareceu por lá.
É assim, com ideias criativas e relativamente simples, que precisamos trabalhar!
Confira o vídeo!
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